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Juliane Oliveira
"Toda vez que você desiste de um sonho, é uma parte do seu futuro que deixa de existir!"
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31 março 2011

Fogos de Artificio


Oi gente, sei que andei sumida, mas temos que fazer a vida acontecer não é mesmo?
Neste meio tempo que sumi aqui no blog, arrumei um emprego (graças a Deus) pois tenho que pagar a faculdade que comecei este ano. Talvez seja por isso que não tenho postado aqui pois ultimamente em função do trabalho e da faculdade tenho andado bem cansada.
Pois é gente vou deixar a tradução da música Firework da Katy Perry que é linda por sinal.
Beijos, beijos beijos...

Você já se sentiu
Como um saco plástico
Flutuando pelo vento
Querendo começar de novo?

Você já se sentiu,
Com um papel bem fino
Como um castelo de cartas
A um sopro de desmoronar?

Você já se sentiu
Como se estivesse enterrado ao fundo
Gritando sob seis palmos
Mas ninguém parece ouvir nada?

Você sabe que ainda
Há uma chance para você?
Porque há uma faísca em você

Você só tem
Que acendê-la
E deixá-la brilhar
Apenas domine a noite
Como no dia da independência

Porque baby, você é um fogo de artifício
Vá em frente, mostre o que você vale
Faça-os fazer “Ah, ah, ah!”
Enquanto você é atirado pelo céu “Ah, ah!”

Baby, você é um fogo de artifício
Vamos, deixe suas cores explodirem
Faça-os fazer “Ah, ah, ah!”
Você vai deixá-los dizendo “awe, awe, awe”

Você não tem que se sentir
como um desperdício de espaço
Você é original,
não pode ser substituído

Se você soubesse
o que o futuro guarda
Depois de um furacão
vem um arco-íris

Talvez a razão pela qual
todas as portas estejam fechadas
É que você possa abrir uma que te leve
para a estrada perfeita

Como um relâmpago,
seu coração vai brilhar
E quando chegar a hora, você saberá

Você só tem que
acender a luz
E deixá-la brilhar
Apenas domine a noite
Como o dia da independência

Porque baby, você é um fogo de artifício
Vá em frente, mostre o que você vale
Faça-os fazer “Ah, ah, ah!”
Enquanto você é atirado pelo céu “Ah, ah!”

Baby, você é um fogo de artifício
Vamos, deixe suas cores explodirem
Faça-os fazer “Ah, ah, ah!”
Você vai deixá-los dizendo “awe, awe, awe”

Boom, boom, boom
Mais brilhante que a lua, lua, lua
Sempre esteve dentro de você, você, você
E agora é hora de deixá-lo sair

Porque baby, você é um fogo de artifício
Vá em frente, mostre o que você vale
Faça-os fazer “Ah, ah, ah!”
Enquanto você é atirado pelo céu “Ah, ah!”

Baby, você é um fogo de artifício
Vamos, deixe suas cores explodirem
Faça-os fazer “Ah, ah, ah!”
Você vai deixá-los dizendo “awe, awe, awe”

Boom, boom, boom
Mais brilhante que a lua, lua, lua
Boom, boom, boom
Mais brilhante que a lua, lua, lua

20 fevereiro 2011

O que um peixe sente ao ser pescado?

Oi galera, venho através do blog me desculpar por ter sumido. Por conta da faculdade que já começou e também por eu estar tirando minha 1° habilitação não tem me sobrado muito tempo. Mas prometo que em breve estarei visitando o blog de cada uma. Achei muito interessante esta pesquisa e decidi dividir com vocês postando aqui no blog. Beijos..

Peixes

Muitos peixes possuem uma longa vida natural, um sistema nervoso complexo e são capazes de aprender tarefas não triviais. O livro-texto de Guyton & Hall "Textbook of Medical Physiology" (Compêndio de Fisiologia Médica) de 1996, declara que "as regiões inferiores do cérebro [que todos os vertebrados possuem] parecem ser importantes na percepção dos tipos de dor e sofrimento porque mesmo tendo seus cérebros cortados acima do mesencéfalo para bloquear todos os sinais de dor que atingiriam o cérebro superior, esses animais ainda demonstram inegáveis evidências de sofrimento quando qualquer parte do corpo é traumatizada".
A cada ano, aproximadamente 80.000 golfinhos e milhares de outros animais marinhos são aprisionados nas redes de pesca comercial no mundo inteiro. A maioria morre. A pesca industrial esgota as cadeias alimentares marinhas, danificando seriamente os ecossistemas oceânicos.
Os peixes morrem por asfixia, ou descompressão.
Em um documentário nos EUA, estudiosos declararam que os peixes têm por volta da mesma quantidade de terminações nervosas em suas bocas que os humanos têm em seus genitais. Assim, puxar um peixe para fora d'água com um anzol seria similar à alguém puxar um humano para fora d'água segurando suas partes privadas. Deve ser terrivelmente doloroso.
Muitos peixes, especialmente os que vivem no fundo, usam a boca para se alimentar e também como órgão sensor geral. Assim, eles possuem uma alta densidade de nervos. Todos os peixes possuem uma quantidade considerável de nervos em suas bocas, assim, ser fisgado deve causar dor considerável. A comparação com humanos sendo fisgados pelas partes genitais não está confirmada, mas a evidência científica obtida até agora implica que essa analogia não é absurda.
Deixar um peixe fora d'água também causa dor terrível e causa o sangramento das guelras em casos prolongados.

Campaign for the Abolition of Angling (Campanha pela Abolição da Pesca) BM Fish, London, WC1N 3XX Tel:[UK] 0870 458 4176
Peixes também sentem dor
 Em um documentário realizado no EUA, estudiosos declararam que os peixes têm em suas bocas quase a mesma quantidade de terminações nervosas que os humanos têm em seus genitais. Assim, puxar um peixe para fora d'água com um anzol seria como tirar uma pessoa da água segurando suas partes íntimas.

Sensibilidade
Muitos peixes, especialmente os que vivem no fundo do mar, usam a boca não só para se alimentar, mas também como uma espécie de sensor geral. Eles possuem uma alta densidade de nervos. Esta informação nos faz refletir sobre os programas de pesca na TV, em que os desportistas ou apresentadores capturam peixes com anzol. Aparentemente bons ecologistas ou bons samaritanos, depois de fisgá-los, eles os devolvem à água. Só que não podem imaginar a dor e o estresse que provocam no animal, que, segundo os especialistas, é suficiente para que a grande maioria não consiga sobreviver.

Dor
A dor na boca impede que eles se alimentem, o que facilita a inanição e a morte: o sangramento freqüentemente atrai predadores, como piranhas e jacarés. Quando esses programas estrearam, imitando os similares norte-americanos, entendeu-se ser uma boa ação devolver à água os peixes capturados. O ideal seria proibir esses torturantes programas. A sensação de um peixe for a d'água se compara à de um homem sendo asfixiado, sentindo suas forças se esvaírem lentamente. A retirada da água causa uma dor terrível e provoca sangramento das guelras. A dor gerada pelo imenso arpão de um mergulhador quando atravessa o corpo de um peixe deve ser a mesma que sentiríamos se fôssemos trespassados por uma lança.

Peixes em tanques
 Peixes criados em tanques, como tilápias, carpas e trutas, também são submetidos a forte estresse devidos aos espaços exíguos em que são mantidos. Em alguns restaurantes é possível ver aquários onde peixes e lagostas são expostos para ser escolhidos pelos fregueses. Esses aquários estão longe de fornecer o mesmo espaço que esses animais encontrariam na natureza. Muitas vezes, em virtude da urgência em se preparar os pratos, são descamados, têm o couro arrancado, ou são eviscerados ainda vivos! Há certas especialidades culinárias japonesas, um tipo de sushi, em que o peixe é servido ainda vivo. Segundo os experts, é necessário que ele ainda se mova ao ser servido, caso contrário o prato deve ser devolvido!

Fonte: Instituto Nina Rosa
O consumo de peixes também gera problemas. Os oceanos fornecem 123 milhões de toneladas de peixes e crustáceos por ano, dos quais apenas 66 milhões são consumidos pelo homem. O restante, ou é descartado e morto (animais que caem na rede e não tem valor comercial, como golfinhos, tartarugas e moluscos) ou é usado como ração na alimentação de outros bichos.
Alguns peixes são grandes carnívoros, como o salmão. Para produzir 1 quilo de salmão em viveiros, são necessários de 2 a 5 quilos de sardinhas e anchovas na ração. Peixes também vivem confinados para aumentar a produtividade e são entupidos de antibióticos. Viveiros de camarão, por exemplo, aumentam a salinidade do solo circunvizinho e da água dos mananciais, destruindo manguezais. (Débora Dimes - Revista Vida Simples)

20 janeiro 2011

Indignação a flor da pele


Imagem do Jornal Cidade
Depois de todos acontecimentos aqui em Uruguaiana, a rbs ainda abre um espaço para o assassino de animais e falso veterinário cantar no jornal do almoço. Quem quiser assistir esta aqui o link do vídeo do site do Jornal Tribuna de Uruguaiana.


http://tribunadeuruguaiana.blogspot.com/2011/01/desinformacao-transforma-violencia-em.html

19 janeiro 2011

Preconceito

Ontem, o povo brasileiro pode expressar seu preconceito através de ligações para eliminar Ariadna. Preconceito é crime sim senhor, e não adianta a maioria das pessoas falarem que não são preconceituosas porque elas são sim. Ou você acha que se a ex-bbb tivesse aberto o jogo desdo inicio teria feito amizade com praticamente todos integrantes? Isso me corroe por dentro, pois a sexualidade de cada um não é problema dos outros, cada um tem o livre arbítrio  de ser quem quiser ser. Não acho justo as pessoas julgarem, pois ninguem escolhe nascer gay, a pessoa simplismente nasce assim. Então na minha opinião um homem tem que ser muito macho pra assumir sua homossexualidade. O Brasil é um país preconceituoso, pois aqui as pessoas tem o costume de julgar antes mesmo de conhecer. Imagine você  por dentro uma sexualidade e por fora outra, seria ruim não?

"O preconceito é o filho da ignorância." (William Hazlitt)

18 janeiro 2011

Dr. Carriço fala sobre as falcatruas de Alberto Bairros (genro)

O veterinário José Maria Garcia Carriço falou ontem a respeito dos últimos fatos ocorridos, envolvendo a veterinária de sua filha, Ana Carriço e o esposo dela, o músico Alberto Bairros. Carriço confirmou que Alberto atende na clínica veterinária como fosse um profissional habilitado e que inclusive estava usando o carimbo de Carriço e falsificando sua assinatura. Na última semana, nossa equipe de reportagem esteve na Veterinária de Ana, na Rua Flores da Cunha, onde foi atendida por Alberto. Sem desconfiar da nossa reportagem, ele atendeu um cãozinho em ótimo estado de saúde e disse que o mesmo estava com um problema no pulmão. Ele prescreveu medicamentos e deu um diagnóstico equivocado. Mais tarde fomos à clínica de José Maria Carriço, na Rua Prado Lima. Ele examinou o mesmo cãozinho e disse que o paciente estava em perfeito estado de saúde.
O veterinário repudiou a atitude do companheiro da filha e disse que já registrou ocorrência na Delegacia de Polícia, denunciando que Alberto estava usando o seu carimbo e falsificando sua assinatura. O veterinário também procurou pelo Conselho de Medicina Veterinária e foi informado que cabe ao município fiscalizar. No Orkut, vítimas do falso veterinário criaram uma comunidade: Cuidado com a Veterinária Carriço! Mais de 200 pessoas fazem parte da comunidade que mostra a indignação daqueles que perderam seus animais de estimação por causa do péssimo atendimento. No youtube, um vídeo caseiro revela como os pacientes são atendidos pela veterinária Ana e seu companheiro.
Nas imagens, ela chama um cão de “imundícia” e fala que só de pensar que ele ficará um mês ali, sente vontade de bater no mesmo. Carriço diz estar indignado com o que está acontecendo e que não possui nenhuma ligação com aquela veterinária. O profissional com mais de 40 anos de trabalho voltado a vida veterinária pede às autoridades que tomem providências e tirem os açougueiros de circulação.


fonte:http://portaluruguaiana.com.br/

17 janeiro 2011

Falso Veterinário faz diagnósticos na Vet. Drª Carriço

Mais dois cães foram vítimas nesta semana do falso veterinário Alberto Bairros, que atende na veterinária Carriço, na Rua Flores da Cunha, junto com a sua esposa, esta sim veterinária. A primeira vítima chegou a ser levada para o Hospital da PUC, mas já era tarde demais. A cadela Sofia, da professora Amanda Zanella, estava com infecção nos olhos e um pouco de baba. Na veterinária, Alberto, sem qualquer observação mais minuciosa, diagnosticou verminose, prescrevendo e aplicando 5 ml de Vermikill, além de “soro subcutâneo”, e Levofloxacino, 0,2 ml. Na madrugada do dia seguinte, a cadela passou a apresentar convulsões, sendo levada novamente ao “clínico” que imediatamente mudou o diagnóstico para “sinomose”, escrito até mesmo de forma errada na receita.
Desconfiada, a professora resolveu procurar atendimento no Hospital Veterinário da PUC, onde a cadela foi atendida pela veterinária Fernanda, que solicitou exame de sangue e descartou qualquer infecção por vermes. Fernanda atribui as convulsões a medicação anteriormente aplicada, não descartou a possibilidade de cinomose ou pneumonia, prescrevendo então 1,5 ml de amoxilina, de 12h/12h, e gardenal pediátrico, 5 gotas de 12h/ 12h. A cadela morreu na manhã de quarta-feira. A segunda imprudência aconteceu ontem à tarde e foi presenciada pela nossa equipe de reportagem. O cão saiu da veterinária no colo de sua dona, que em prantos lamentava a morte do bichinho.
A verdade de perto
Por volta das 14h de ontem, nossa equipe foi conferir a verdade de perto. Levamos Morgana, uma cadela Pinscher cruzada com Poodle, de três anos de idade até a veterinária Carriço. Assim que entramos no local, um choque: uma menina levava seu cãozinho morto para casa. Nosso primeiro contato foi com a recepcionista. Ela disse que o “Dr. Alberto” ia nos atender, pois Ana Carriço tinha ido acompanhar a menina que chorava até em casa. Dissemos ao veterinário de sotaque espanhol que Morgana estava com vômito e que estávamos viajando com ela desde o inicio da semana. Ele examinou a cadela e com muita certeza falou que Morgana estava com vermes. Quando dissemos que a cadela havia sido medicada contra vermes no mês passado, ele voltou a examiná-la e desta fez afirmou que se tratava de um problema no pulmão. Receitou três injeções e alguns comprimidos. Disse que Morgana precisava voltar no sábado à veterinária para que ele aplicasse aplicasse a segunda dose da injeção e fizesse um novo exame. Quando saímos de lá, procuramos outros dois veterinários, um deles inclusive pai da veterinária Ana. Ele disse que Morgana não tinha absolutamente nada e que o vômito podia se tratar na verdade de uma indisposição ou virose. Nesta semana, o delegado Thiago Carrijo encaminhou ao Ministério Público, o inquérito sobre o caso dos cães e gatos abandonados durante o feriado do Natal. Segundo o delegado, um militar do Exército disse à Polícia que deixou dois de seus cães sob os cuidados do tal veterinário e que os mesmos foram encontrados junto aos demais abandonados. Na veterinária, um cartaz orienta que aceita-se doações de animais, sob o pagamento de uma taxa d e R$ 5.
O músico veterinário
Ao fazermos contato no final da tarde de ontem com Alberto Bairros, ele disse que não é veterinário e que sua especialidade é música. O músico argentino falou que não sabe quem é o militar lesado e tampouco sabe dos animais abandonados. Uruguaiana aguarda providências.

 Fonte: http://portaluruguaiana.com.br/

15 janeiro 2011

Jovem morre no trânsito e motorista está solta

Injustiça existe mais próximo da gente do que imaginamos. Leiam o ocorrido que aconteceu aqui na cidade que moro.

Um homem de 37 anos, natural de São Borja foi vítima fatal de um acidente de trânsito no último sábado. Segundo informações, João Manoel Paim Martins deslocava-se pela Rua Santana, quando no cruzamento da Rua Domingos de Almeida, a motorista Janaina Escola Moreira, cortou a frente da motocicleta de João Manoel com seu Passat de cor preta. A batida foi fatal. Janaina fugiu do local e o veículo foi localizado na manhã de ontem, quando ela foi ouvida na Delegacia de Polícia.
A Justiça não concedeu prisão a motorista e ela responderá pelos seus atos em liberdade. A atitude da Justiça Brasileira revolta os familiares da vítima que lembram o fato ocorrido na semana passada em Punta Del Este, quando um uruguaianense foi preso pelo crime que cometeu no trânsito. Lá, a lei puniu o motorista, diferente do que acontece aqui.

Fonte: http://portaluruguaiana.com.br/