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17 dezembro 2009

Pscicopatas na vida real


Tommy Lynn Sells é suspeito de ter matado cerca de 70 pessoas (ele diz não saber exatamente), em vários estados americanos. Matou homens, mulheres e crianças, com facas ou armas de fogo.

Nascido em 64, foi abandonado pela mãe, criado por uma tia e, ainda criança, começou a andar com um vizinho, que supostamente o molestou. Aos 14 anos saiu de casa e, aos 16, cometeu o primeiro homicídio.
Já adulto, não tinha emprego nem moradias fixas, assim, estava sempre se locomovendo, viajando escondido em trens.
Sells foi preso após esfaquear uma garota, que correu e pediu ajuda.
Tommy foi condenado a morte e aguarda sua execução.

Trechos interessantes:

> Sobre o primeiro assassinato: “Vi um homem fazendo sexo oral num menininho. Aí eu pensei: ‘Não, não, não… Esse sujeito vai morrer!’ Eu me descontrolei, eu perdi a noção das coisas… Só sei que eu estava com uma pistola no bolso e ele ia morrer. Foi assim, simples assim! Mas depois de matar eu tive aquela sensação, como… como… como… como se fosse uma droga.”

> Michal Stone classifica Tommy Lynn Sells no índice 22 da sua Escala da Maldade, o grau mais alto. (Talvez Stone tenha sido influenciado pelo fato de ter entrevistado pessoalmente o psicopata, pois classifica outros que, a nosso ver, são tão nefastos como Sells em índices mais baixos – por exemplo: Ted Bundy estaria “apenas” no grau 17 de sua escala.)





Theodore Robert Cowell "Ted" Bundy (24 de novembro de 1946 – 24 de janeiro de 1989) foi um dos mais temíveis assassinos em série da história dos Estados Unidos da América durante a década de 1970. Com uma infância perturbada, ele iniciou a sua carreira criminosa assassinando e estuprando as suas vítimas.

Era um homem charmoso, comunicativo , de conversa e palavras convincentes, que lhe ajudariam a seduzir e eliminar mulheres em uma matança desenfreada. Foi preso e conseguiu fugir, dando continuidade em seus crimes na mesma noite em que escapara. Há um episódio que foi retratado onde invadiu uma república de moças, onde as matou a sangue frio. Seu último assassinato foi uma garota de apenas doze anos de idade.
Ted Bundy foi levado a julgamento e condenado à pena de morte por eletrocussão. Os jurados demoraram apenas quinze minutos deliberando sobre o veredito. Executado em 24 de janeiro de 1989, Bundy ainda foi alvo de uma ironia no dia de sua morte: foi uma mulher que ligou a chave da cadeira elétrica que pôs fim a à sua vida.

> No julgamento, o juiz diz a Ted Bundy:


- Você é um rapaz inteligente. E teria dado um bom advogado. Gostaria de tê-lo visto defender uma causa, mas você escolheu outro rumo, amigo. Boa sorte!

Bundy responde apenas:

- Obrigado.
> Bundy sobre a cadeia: “Todo cidadão que acredita na lei e na ordem deveria passar algumas semanas lá para aprender como funciona. Tem gente muito legal e tem gente muito boa, não importa se são culpados ou inocentes, mas se aprende muito…”.
 






Karla Homolka tinha 17 anos quando cruzou pela primeira vez com Paul Bernardo, então com 22, numa feira de produtos animais em Ontário. Morava com os pais, sabia-se bonita e estagiava para se tornar veterinária. Paul era recém-formado em contabilidade pela Universidade de Toronto, tinha modos sedutores e físico atraente. Já carregava um sinistro currículo de estupros de namoradas e abusos de vítimas desconhecidas, mas isso Karla desconhecia.

Mal começou, o romance adquiriu contornos tão secretos quanto sombrios, pautado pelas obsessões sexuais de Paul. Uma delas era deflorar virgens. A travessia sem volta ocorreu após uma ceia de Natal na casa da família Homolka. A pedido do namorado, Karla drogou a irmã caçula, de 15 anos, para que Paul pudesse abusar dela enquanto o resto da família dormia. Para isso, recorreu a anestésicos de veterinária e filmou a defloração da irmã com avidez. A adolescente jamais recobrou a consciência: sufocou no próprio vômito durante o estupro. Karla e Paul sumiram com os vestígios do crime e chamaram a polícia, que aceitou a versão de acidente por excesso de bebida.
Passados seis meses, o casal, já noivo, raptou e estuprou uma colegial de 14 anos. As sevícias, também registradas em vídeo, duraram um dia e uma noite. Ao final, a vítima foi morta e jogada num lago. Duas semanas mais tarde Paul e Karla tornavam-se marido e mulher, em cerimônia com carruagem, noivo de fraque e noiva de branco. Já nessa época, sustenta Karla, os tempos em que Paul a tratava como princesa haviam expirado. Ela havia se tornado sua “escrava sexual”. Com abusos verbais e físicos em escalada. Antes de serem descobertos, marido e mulher ainda atraíram para casa outra colegial de 15 anos. Submeteram-na a três dias de horror, revezando-se nas filmagens. Por fim, mataram-na.
A partir daí a brutalidade de Paul passou a se concentrar na própria mulher, levando Karla a ser socorrida pela polícia. O fio da meada de horrores começa então a ser desvendado.





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