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Juliane Oliveira
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17 dezembro 2009

Pscicopatas na vida real



Armin Meiwes, canibal alemão
Na internet, procurou alguém que aceitasse ser assassinado e comido. Um homem respondeu: “Espero que me ache saboroso!”.

Na casa de Meiwes, ele dá remédios à vítima para que durma. Então dá-lhe um beijo… e algumas facadas. Em seguida, drenou o sangue do morto, dissecou seu corpo e congelou 20 quilos de carne, o que lhe permitiu fazer refeições regadas a vinho por alguns meses.
Procurando nova vítima, volta à internet, mas alguém o denuncia à polícia.
Para o dr. Stone, Armim Meiwes consegue 7 pontos na sua Escala da Maldade – assassino altamente egocêntrico, que mata por razões narcisistas.
Não é um serial killer porque não teve tempo de ser – foi preso antes.





GARY HEIDNIK
Uma mulher conseguiu escapar após passar 3 meses presa na casa de Heidnik, como escrava sexual, na Filadélfia. Disse à polícia que ainda haviam 3 mulheres lá. Encontraram um braço na geladeira, carne humana entupindo a pia, ossos em panelas… Os corredores da casa eram decorados com notas de 1 dólar e moedas de 1 centavo. As mulheres eram estupradas diariamente e, para que não se unissem, uma tinha que espancar a outra. Eram torturadas com eletrodomésticos. O rádio ficava no volume máximo para que os vizinhos não escutassem gritos.

Na sua infância, Heidnik teve um pai que o humilhava e o ameaçava muito (chegou a dependurá-lo pela perna, na janela do 3o andar). Após sofrer uma queda, aos 6 anos, ficou violento com animais.
 Disse que uma vez ouviu uma voz ordenando que montasse uma igreja. Ele se auto-proclamou bispo e fazia cultos em cima do calabouço onde haviam vítimas.
Queria engravidá-las, mas não conseguiu, então sua crueldade aumentou. Uma morreu eletrocutada, outra asfixiada. Colocou os restos desta em um liquidificador com ração de cachorro e obrigou outras a comer.
Seu julgamento girou sobre sua sanidade mental. Um psiquiatra disse que se houvesse uma “olimpíada de doença mental”, ele ganharia medalha de ouro. Apesar disto, era um homem que tinha conseguido construir um grande patrimônio. O júri o considerou são.
 Está no grau 22 do Índice da Maldade do dr. Stone. “Não devemos fingir que os que estão do outro lado irão melhorar.”
 Heidnik foi executado em 1999.





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